Elisa Castro
Artista e Psicanalista
ENCONTROS EXTIMOS 2026
PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO E APROFUNDAMENTO DE PRÁTICAS, PROPOSIÇÕES
E PROJETOS ARTÍSTICOS/CRIATIVOS EM ARTE E SAÚDE MENTAL
Encerramento das inscrições: 31 de março, 2026
Apresentação
Encontros Êxtimos 2026
Encontros Êxtimos é um programa de desenvolvimento e aprofundamento de práticas, proposições e projetos artísticos/criativos que envolvem as relações entre arte e saúde mental, com orientação de Elisa Castro. Abordamos a prática e a teoria dos processos criativos, diálogos entre a arte contemporânea e as práticas terapêuticas, assim como estratégias de externalização e diálogo.
Encontros Êxtimos propõe uma experiência no ambiente virtual de troca coletiva de forma continuada, onde serão oferecidas bases teóricas, dinâmicas de grupos e propostas de exercícios que potencializam os aspectos terapêuticos do trabalho criativo. Trata-se de um processo que visa auxiliar o participante no aprofundamento do seu trabalho, a partir de uma perspectiva crítica para o desenvolvimento de pesquisas e da tomada de consciência dos seus processos criativos, estabelecendo pontes com a psicanálise e suas estratégias de escuta.
Acreditamos que os encontros possam ajudar cada participante a ampliar a sua atuação para além do já estabelecido pelo sistema vigente. Encontros Êxtimos alia ao processo individual de cada integrante do grupo, o compartilhamento de olhares e metodologias, ao mesmo tempo que amplia a compreensão crítica e promove a abertura da consciência com relação ao seu próprio trabalho.
O programa dos Encontros Êxtimos é composto de encontros coletivos quinzenais (práticas de criação, clínicas poéticas e encontros com artistas e profissionais das artes e da saúde) e mentorias artísticas mensais para cada participante.
A mentoria artística individual oferecida por Elisa Castro, artista e psicanalista, acontece uma vez por mês com duração de 90 minutos (uma hora e meia), com foco no acompanhamento individualizado a partir de dúvidas pontuais, referências personalizadas, auxílio no direcionamento da pesquisa e nos entrecruzamentos entre a prática artística e a clínica. As mentorias individuais deverão ser solicitadas por cada participante.
Serão convidados profissionais que são referência no campo das artes e da saúde: Lula Wanderley (médico e artista, colaborador de Nise da Silveira no Museu do Inconsciente e de Lygia Clark na transposição do Objeto Relacional para uma proposta psicoterápica), Lívia Moura (artista, desenvolve pinturas, cooperativas e instalações como processos fractais que unem o corpo humano e social ao micro e macrocosmo), Tânia Alice (artista e pesquisadora da relação entre performance e saúde mental), Lídia Lisboa (artista que tem como eixo central de sua pesquisa a prática autobiográfica e os atravessamentos do cotidiano), Mariana Guimarães (artista e pesquisadora de práticas entre arte, educação e clínica). Estes encontros têm o objetivo de fortalecer o vínculo dos participantes com profissionais experientes, assim como ampliar o repertório de práticas, poéticas e estratégias de criação dos participantes.
Nos encontros coletivos, o participante será estimulado a desenvolver seu trabalho através das Clínicas Poéticas e da Prática de Criação, lançando mão de seu repertório, percurso e de sua história pessoal. Também serão oferecidos proposições que potencializem o processo criativo individual e do grupo.
O processo culminará em uma exposição coletiva de longa duração, em janeiro de 2027, dos trabalhos/projetos elaborados ao longo dos encontros. A participação na exposição é facultativa.
Temas abordados:
-
A experiência estética e construção de subjetividades.
-
A escuta poética.
-
Diálogos entre arte contemporânea e arte em processos terapêuticos.
-
A construção e desconstrução de narrativas: palavra, texto, imagem.
-
O corpo artista e o corpo do artista.
-
Memória como ferramenta criativa.
-
Como ações culturais podem fortalecer a vitalidade social.
-
A clínica como possibilidade poética, a arte como possibilidade clínica.
-
Conceitos psicanalíticos que atravessam a produção artística.
-
Arte contemporânea e saúde mental
INVESTIMENTO:
INSCRIÇÕES ATÉ O DIA 10 DE FEVEREIRO – 10 parcelas de 500 reais (abril, maio, junho, julho, agosto, setembro, outubro, novembro, dezembro de 2026 e janeiro de 2027)
INSCRIÇÕES APÓS O DIA 10 DE FEVEREIRO – 10 parcelas de 560 reais (abril, maio, junho, julho, agosto, setembro, outubro, novembro, dezembro de 2026 e janeiro de 2027)
Quem somos
Sobre Elisa Castro

Elisa Castro tem como eixo principal de seu trabalho a escuta, atua como artista visual e psicanalista clínica. Atualmente, realiza atendimentos terapêuticos individualizados (online e presencial) e mentorias artísticas (online) para quem deseja desenvolver trabalhos, obras ou projetos a partir do diálogo entre o campo das artes e da saúde.
Fomenta a arte contemporânea como prática de saúde a partir de projetos como os Encontros Êxtimos - Grupo Acompanhamentos Artístico e Desenvolvimento Criativo e lecionando no programa de pós graduação “Artes Aplicadas na Promoção da Saúde” do Child Beauvoir Institute of Miami nos Estados Unidos. Durante a pandemia de Covid-19, realizou em parceria com Daniele Machado, o projeto “Artes Saúde Práticas “de cursos e workshops online de forma independente e posteriormente em parceria com o SESC-SP e com a Sociedade de Reumatologia de Brasília.
Participou de exposições nacionais e internacionais e bienais de arte, como a 17 Bienal de Cerveira (Portugal), IV Bienal Internacional da Bolívia (La Paz), 7 Bienal de Arte do Mercosul: Grito e Escuta (Porto Alegre-BR). Suas obras estão em coleções como a do Museu de Arte do Rio (MAR), Museu de Arte Moderna (MAM- RJ), Fundação Bienal de Cerveira (Vila Nova Cerveira- Portugal) e Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea (RJ). Realizou oficinas na Escola Livre de Artes do Parque do Museu Bispo do Rosário, de 2008 a 2013. Entre as exposições que participou estão: Não Ceder ao Medo (CMAHO, RJ-2018 e Solar da Baronesa, Inverno Cultural, UFSJ -2019), Políticas Incendiárias (Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, Rio de Janeiro, 2017), Indisciplinas ( Casa França Brasil - Rio de Janeiro, 2017), Aquilo que nos Une (Centro Cultural da Caixa - Rio de Janeiro - 2016 e São Paulo -2017), Festival de Performance Corpus Urbis, 2016- Macapá), Ficções (Centro Cultural da Caixa, 2016), I (BE) U - Eu Sou Você (Galeria Ibeu, Rio de Janeiro - 2015), Eu Quero Você (Galeria do Lago, Museu da República, Rio de Janeiro, 2012), O Sol e a Dúvida (Galeria Progetti, Rio de Janeiro, 2011), As Meninas (Galeria Candido Portinari, UERJ, Rio de Janeiro,2006). Recebeu prêmios como: Edital Projeto Instituinte-Fundação Municipal de Educação/Niterói (2016), Menção Honrosa da Mostra LABE de Videoarte "Interpretações do Urbano: Situações D e Poesia" (2012), Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural- Ministério da Cultura Brasil - Bolívia (2010), Residência Artística Programa de Residência Artística da 17 Bienal de Cerveira (2013).
Encontros Êxtimos 2026

Lula Wanderley
Nasceu em Recife e atua nas artes contemporâneas desde os anos de 1970. Colaborou com jornais e revistas como artista gráfico e participou de movimentos da poesia visual. Simultaneamente estudou medicina e formou-se pela Universidade Federal de Pernambuco. Em 1977 migrou para o Rio de Janeiro, trabalhou com Nise da Silveira e Mario Pedrosa no Museu de Imagens do Inconsciente e posteriormente na Casa das Palmeiras. Contribuiu com Lygia Clark na transposição do Objeto Relacional para uma proposta psicoterápica junto a pacientes diagnosticados como esquizofrênicos em hospitais psiquiátricos. Criou o Espaço Aberto ao Tempo — uma das primeiras manifestações de uma psiquiatria contemporânea no Rio de Janeiro — onde trabalhou, desenvolvendo pesquisas no tratamento das psicoses com a arte como instrumento. No campo das artes, faz pesquisas com a imagem digital e realiza pequenos filmes.
Lula Wanderley publicou “No silêncio que as palavras guardam”, organizado por Kaira M.Cabañas, no qual oferece um testemunho íntimo e profundo de seu trabalho na interseção entre arte e terapia, simultaneamente como um artista que traz a criação ao domínio dos cuidados psiquiátricos e como um terapeuta que expande a genealogia da psiquiatria e da criação que está no cerne da estética modernista brasileira. Em “O Dragão Pousou no Espaço: arte contemporânea, sofrimento psíquico e o objeto relacional de Lygia Clark”, publicação de 2002, Lula explica detalhadamente os princípios da terapia, num estudo não-acadêmico, ilustrado com depoimentos reais e poemas dos pacientes, coletados em nove anos de anotações espontâneas dos tratamentos que ministrou utilizando a arte como ferramenta terapêutica.
(Médico e artista. Colaborador de Nise da Silveira no Museu do Inconsciente e de Lygia Clark na transposição do Objeto Relacional para uma proposta psicoterápica)

Lídia Lisboa
(artista tem como eixo central de sua pesquisa a prática autobiográfica e os atravessamentos do cotidiano)
Lidia Lisbôa (1970, Vila Guarani – Terra Roxa, PR, Brasil) é artista. Vive e trabalha em São Paulo. Sua prática artística tem como eixo fundante a autobiografia e os atravessamentos cotidianos que são articulados atualmente principalmente por meio do desenho, escultura, crochê e performance.
Dentre suas principais exposições, destaca-se a: 36 Bienal de São Paulo, Fio: Mulher Esqueleto, Sesc Pompeia (2023), Acordelados, Galeria Millan, São Paulo (2022),; Integrou mostras coletivas tais como Mãos : 35 anos da Mão Afro-brasileira – MAM – São Paulo-SP (2023), Dos Brasis – Arte e pensamento negro – Sesc Belenzinho- São Paulo -SP (2023), Um oceano para lavar as mãos, Sesc Quitandinha Petrópolis- RJ (2023) , 37º Panorama da Arte Brasileira – Sob as cinzas, brasa, MAM, São Paulo, SP- Brazil (2022), Defeito de cor, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro (2022), Carolina Maria de Jesus: um Brasil para os brasileiros, Instituto Moreira Salles, São Paulo, SP- Brazil (2021); Esperança, Museu de Arte Sacra, São Paulo, SP, – Brazil (2021); Substância da terra: o sertão, Slag Gallery, New York, USA; e Museu Nacional da República, Brasília, DF, Brazil (2021).
Sua exposição individual mais recente ocorreu no Museu de Arte do Rio (Rio de Janeiro, 2024). Participou de mostras coletivas no Museo Madre (Nápoles), Palais des Nations (Genebra) e, em São Paulo, no Museu AfroBrasil, Instituto Tomie Ohtake e Museu de Arte Moderna. Também integrou a 13ª Bienal do Mercosul (Porto Alegre). Suas obras fazem parte das coleções do Institute for Studies on Latin American Art e do Museo del Barrio (Nova York,), da Pinacoteca de São Paulo e d Sesc São Paulo.

Tania Alice
(artista e pesquisadora da relação entre performance e saúde mental)
Tania Alice é performer, diretora artística do Coletivo Performers sem Fronteiras (UNIRIO), líder do Grupo de Pesquisa "Práticas Performativas Contemporâneas" (UNIRIO/UFRJ/CNPq), bolsista em produtividade PQ2 e professora titular de Performance da Graduação e da Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO. Com Doutorado em Artes, Pós-Doutorado em Performance e formada em Experiência Somática (cura do trauma) e em Yoga do Riso, ela desenvolve, há mais de 15 anos, uma pesquisa artística em performance sobre poéticas do cuidado e modalidades da arte relacionais em tempos e zonas de crise. Ela realizou ações artísticas participativas nas mais diversas regiões do Brasil e em diversos países do mundo (Festival de Avignon na França, Teatro Nacional de Bruxelas, Nepal, Togo, Portugal, entre outros).
Foi artista-pesquisadora convidada em instituições como a CalArts (Los Angeles – bolsa Fulbright), a Universidade Livre da Bélgica, a Universidade de Franche-Comté ou a Sorbonne e publicou, entre outros, "Performance como revolução dos afetos" (Annablume, 2016) e "Manual para performers e não performers" , "Arte Relacional no Brasil, o que se faz, o que se come" (org. com Fabiana Monsalu) (2022) e "Pourquoi la performance? Pratiques sociales, thérapeutiques et pédagogiques"(2021, La Lettre Volée).

Mariana Guimarães
(artista e pesquisadora da tessitura como prática ancestral)
Mariana Guimarães ( 1981) artista, educadora e pesquisadora. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Sua pesquisa está relacionada com a investigação do fio como dispositivo de mediação na arte contemporânea, educação e clínica em diálogo com práticas ancestrais de tessitura e distintos desdobramentos filosóficos, ambientais, políticos, estéticos, éticos e sociais. Desenvolve trabalhos e pesquisas com distintos grupos em diversos territórios que tem como propostas ampliar a pesquisa e experiências sobre processos de escuta, atenção, invenção, alteridade e ecologias, produzindo deste modo reflexões sobre processos de ressingularização individual e/ou coletiva. Lider do grupo de pesquisa (CNPq) À escuta de plantas e fios: arte, ecologias e processos de invenção.
Pós doutoranda em Psicologia ( PPGP-UFRJ) sob orientação da Professora Doutora Virginia Kastrup. Doutora em Artes Visuais pelo PPGAV/ EBA/UFRJ. Mestre em Artes e Design ( PUC- RIO) e Licenciada em artes visuais ( EBA-UFRJ). É docente do setor de artes visuais do CAp UFRJ.
Premiada pelo Ministério da Cultura em 2007 e pelo Instituto Arte na Escola em 2014. Participa de exposições no Brasil e exterior. Organiza residências para artistas cuja pesquisa tangencia o fio.

Lívia Moura
(Desenvolve pinturas, cooperativas e instalações como processos fractais que unem o corpo humano e social ao micro e macrocosmo)
Lívia Moura (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1986) é bacharel em Artes Plásticas pelo Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, e mestre pelo Programa de Pós-graduação em Processos Artísticos Contemporâneos da Universidade Federal Fluminense – UFF.
Frequentou cursos de história e crítica de arte na Galerie Nationale du Jeu de Paume, em Paris, e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, e fez estágios nos ateliês de Tunga e Adriana Tabalipa. Entre outras atividades, participou: do workshop na Casa DAROS-Latinamenricana para formação de artistaseducadores (2007), com curadoria de Eugênio Valdés, Katia Maciel e Marcio Botner; Residência de artista em La Curtidurìa, Oaxaca, México (2008); do programa educativo Reggio Emilia Re Mida em Nápoles, Itália (2009); e de uma residência no mosteiro Zen Samboji, Bercheto, Itália (2011).
Em sua pesquisa, Lívia arranca a obra de arte da parede, a fim de expandi-la no espaço, causando um “curto-circuito” no ambiente através de extenções emancipativas onde a arte se derrama na vida. A artista usa a programação estética da própria cultura para recuperar materiais e situações, a fim de usá-los num discurso imediatamente social, por vezes erótico, atraente, e luminoso.
Realizou exposições individuais na Galeria Inox (Rio de Janeiro, 2013 e 2015); participou das coletivas: “Nova Arte Nova”, no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro e São Paulo (2009); fez uma Performance-interativa no Riocenacontemporânea (2007); uma instalação/performance no evento coletivo “MAC Vazio” no Museu de Arte Contemporânea, Niterói (2007); um site-especific/ instalação na coletiva “Paixão”, no Museu Bispo do Rosário, Rio de Janeiro (2006); uma instalação na exposição “O que é normal” no ECCO, em Brasília (2006); dentre outras. Fora do país, a artista já expôs em Oaxaca (México), Nápoles, Maiori, Pellezzano, Pésaro, Salerno e Siena (Itália), Bangkok (Thailandia).
Cronograma completo
Encontros Êxtimos 2026
Abril
-
Dia 16 -Apresentação do grupo e apresentação do programa e metodologia dos Encontros Êxtimos.
-
Dia 30 - Encontro com artista convidado.
-
Mentoria Artísticas individualizadas (facultativo mediante agendamento).
Maio
-
Dia 13 - Prática de Criação.
-
Dia 27 - Encontro com artista convidado.
-
Mentorias artística individualizada (facultativo mediante agendamento).
Junho
-
Dia 10 - Encontro com artista convidado.
-
Dia 24- Encontro com artista convidado.
-
Mentorias artística individualizada(facultativo mediante agendamento).
Julho
-
Dia 8 - Apresentação das obras/projetos dos participantes.
-
Dia 22 - Apresentação das obras/projetos dos participantes.
-
Mentoria artística individualizada (facultativo mediante agendamento).
Agosto
-
Dia 12 - Encontro com Artista Convidado.
-
Dia 26- Clínica Poética.
-
Mentorias artística individualizada (facultativo mediante agendamento).
Setembro
-
Dia 9 – Clínica Poética.
-
Dia 23 – Clínica Poética.
-
Mentoria artística individualizadas (facultativo mediante agendamento).
Outubro
-
Dia 14 - Apresentação das obras/projetos dos participantes.
-
Dia 28 - Apresentação das obras/projetos dos participantes.
-
Mentoria artística individualizada (facultativo mediante agendamento).
Novembro
-
Dia 11 - Apresentação das obras/projetos dos participantes.
-
Dia 25 - Apresentação das obras/projetos dos participantes.
-
Mentoria artística individualizada (facultativo mediante agendamento).
Dezembro
-
Dia 9 - Encontro Coletivo – apresentação da expografia, criação da estrutura de produção da exposição, organização da instalação e montagem de obras, produção e agendamentos de oficinas e falas durante a exposição.
-
Mentoria artística individualizada (facultativo mediante agendamento).
Janeiro 2027
-
Segunda quinzena -Montagem das obras e projetos com assessoria e orientação de Elisa Castro.
-
As mentorias artísticas do mês de janeiro de 2026 serão substituídas pelo encontro na semana de montagem da exposição.
ENCONTROS EXTIMOS 2026
PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO E APROFUNDAMENTO DE PRÁTICAS, PROPOSIÇÕES
E PROJETOS ARTÍSTICOS/CRIATIVOS EM ARTE E SAÚDE MENTAL

